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Marques...Eterno


Quem não se lembra ou irá se lembrar das famosas "escapadas" pela esquerda,onde com um giro de corpo tirava qualquer zagueiro do lance? Dos cruzamentos precisos?Dos gols? Quantos artilheiro fizeram carreira e fama com seus lances geniais? Bigide?Pança? Não importa que apelido que ganhassem jogar ao lado dele,era certeza de se tornar artilheiro. Quantos lances em nossas memórias,quantas vezes gritamos seu nome.
Mais o tempo as vezes é cruel,e chega uma hora que vemos que nossos idolos,heróis,craques ou o que seja,se cansarem;não se cansarem de exibir sua arte,pois isso é eterno,e sim por seu corpo já não responder da mesma forma,a velocidade já diminui,o pique já não é o mesmo,mais sabemos que a arte continua ali.Em quinze minutos dentro de campo,podemos não ver tanta velicidade,tanta explosão,mais sabemos que ali corre arte,corre paixão,corre amor.Amor esse que não nasceu com ele,mais que amadureceu dentro do seu peito,a cada grito da torcida por seu nome,por cada clamor pedindo a entrada do idolo em campo,por cada gol comemorado e principalmentepor saber que ali ele representa milhões de corações apaixonados,chega a ser religioso,chegam a ver nele um "Messias",que veio para trazer dias melhores, e esse amor construido a base do amor que o torna idolo,e o idolo se torna torcedor,e o torcedor enxerga o clube que defende com amor.
Seu nome? Marques Batista de Abreu,idolo,torcedor,apaixonado e apaixonante,pois com suas jogadas magistrais fez ele ter mais que seguidores,mais que torcedores,mais que adoradores,fez dele um IDOLO de uma nação,uma sofrida nação,mais que teve no guerreiros Marques,a visão de dias melhores,pois sabiam que ali da esquerda,bem ali na esquerda,poderia nascer uma lance que terminaria em gol,uma jogada de efeito que deixaria um zagueiro deitado ou até mesmo "empenado",´sabiamos que ele poderia ir para um outro clube por seu talento,mais tinhamos consciência que ele sempre voltaria,para onde era amado e onde ele amava.
Mais chegou o momento que ninguem queria,o momento da sua ida,sua ida definitiva,a hora que nenhum Atléticanos que acompanhou sua carreira,queria ou desejasse que acontecesse: A hora da sua aposentadoria.
O sentimento de perda tomou conta de todos,pois ali se aposentava não apenas mais que passou por aqui e se foi sem nem ao menos dizer obrigado,se aposentava alguem que doou cada gota de seu suor,arrancou aplausos,choros,alegria de cada atléticano,que deu seu coração para um clube em troca ganha a gratidão e o amor de toda uma Nação. Hoje ele sai de campo como jogador,mais entra na história,como o maior idolo da nova e imensa geração de atleticanos.
Obrigado Marques,Obrigado Messias,Obrigado Calango,por tudo que nós fez viver,sonhar e acreditar nesses anos,obrigado simplesmente por doar seu coração e seu amor ao Clube que amamos,obrigado simplesmente por ser atléticano.
Termino esse texto cantanto o que me acostumei nos ultimos anos:
Olê Marques
Olê Marques
Olê Marques

Maiores idolos da História

Muitos foram os craques que enobreceram a mais honrada camisa do mundo. Aqui vão estar alguns destes craques e que se tornaram grandes ídolos da massa atleticana. Na minha opinião, pelo menos os quais eu vi jogar, destaco 4: Reinaldo, Éder Aleixo e Toninho Cerezo como jogador e talvez o melhor técnico do futebol brasileiro, Telê Santana. Além disso têm outros que eu não vi jogar e que foram muito importantes para o galo .


REINALDO, aos 13 anos, transformou o seu teste no Atlético num show alucinante. Com meia hora, deixou os beques titular
es tontos, fez 3 gols e tornou-se a grande sensação da Vila Olímpica. De 1971 a 1985, Reinaldo encantou os atleticanos que vibraram com seus 254 gols. Criativo, inteligente, hábil, ele foi apelidado de Rei da torcida atleticana. Reinou nos gramados, até o seu joelho aguentar. Reinou absoluto como recordista de gols num só campeonato brasileiro por 20 anos: 28 gols, em 1977. Vestiu a camisa da Seleção Brasileira várias vezes.
REINALDO, em sua comemoração tradicional, após marcar mais um de seus 254 gols no Galo. Tudo isso apesar da curta carreira, interrompida pela constante deslealdade dos zagueiros adversários. O Brasil perdeu prematuramente um de seus maiores craques.


Dario foi um dos grandes craques do Atlético. Marcou 208 gols com a camisa do galo. Não se esqueça, toda semana um novo craque na galeria alvinrgra.
DARIO, o Dadá Maravilha. A
lguns dos melhores momentos dos atleticanos foram proporcionados por ele. Dizia que parava no ar feito um beija flor, que corria só para cansar os beques e tinha a "solucionática para qualquer probelmática"; ele dizia que: "Melhor do que Dadá só Jesus Cristo." Colocava nomes nos seus gols. Certa vez prometeu o "Gol Holocausto" contra o Cruzeiro - e cumpriu, marcando um gol espírita da linha de fundo. Mas os maiores sorrisos da torcida foram provocados por seus 208 gols no Galo. F
oi campeão brasileiro em 1971. Três vezes artilheiro do campeonato brasileiro. Uma delas pelo Atlético.




TONINHO CEREZO prometeu à torcida atleticana: "Eu voltarei. Não encerro a minha carreira antes de voltar a vestir a camisa que tanto amo". Ele encerrou sua carreira em 1997 na copa centenário vestindo a camisa100 do Atléico. Jogava no meio-campo sempre de cabeça erguida e deslocando-se sem parar. "Ele era meio time e, às vezes, o time inteiro do Atlético", atesta o cronista e escritor atleticano Roberto Drummond. Pouco antes de ir para a Roma, participou da Copa do Mundo de 1982.Toninho Cerezo foi um dos maiores craques do Brasil, atuando no maravilhoso escrete Atleticano da última metado da década de 70 até o início dos anos 80. Esse time foi a base da inesquecível seleção brasileira de 1982. Vendido para Itália após a Copa, ele prometeu voltar e encerrar a carreira no Galo, mesmo que fosse de graça. E cumpriu o prometido, terminando a carreira em julho de 97, aos 41, passando aos demais jogadores um pouco do amor e da responsabilidade que devem ser inerentes a quem vestir a camisa alvinegra. Ele recebia, então, um salário mínimo (R$ 112,00).




ÉDER ALEIXO tem um chute mortal com a perna esquerda. É conhecido como o Bomba de Vespasiano. Sempre que Éder vai bater uma falta nas imediações da área, os goleiros tremem. Foi convocado para a Seleção Brasileira pelo técnico Telê Santana. Fez dois golaços na Copa do Mundo de 1982. Era considerado, naquela época o melhor ponta-esquerda do Mundo. Com quase 40 anos e grande experiência, ajudou o Atlético a conquistar títulos recentemente





Sem dúvida nenhuma foi o maior treinador do futebol brasileiro. Podemos chamá-lo de o pai do 4-4-2, esquema que revolucionou não só o futebol brasileiro mas também o futebol mundial. Seu novo método de jogar acabava com a figura do ponta no futebol. Foi de Telê a façanha de levar o Atlético-MG ao primeiro e único título do Camp. Brasileiro conseguido por um time de Minas. Telê também foi técnico da seleção brasileira em diversas ocasiões, tendo na Copa de 82 o seu talento reconhecido mundialmente com uma fantástica seleção de toque refinado e futebol bonito. Por problemas de saúde Telê se afastou do futebol em 95, mas com a certeza de ter realizado uma enorme revolução no futebol mundial.





Marques Batista de Abreu, nascido em Guarulhos - SP no dia 12/03/73, foi sem dúvidas o melhor atacante que o galo teve nestes últimos anos. Chegou em Belo Horizonte em 1997, e depois disto só deu alegrias a massa atléticana. Os atacantes que jogaram com ele se beneficiaram. Marques é o garçom do Galo. Renaldo, Valdir e Guilherme se tornaram artilheiros do Brasil graças ao talento de Marques.
Marques, o titular absoluto do Atlético pela ponta esquerda ou pela ponta direita é o terror da zaga adversária. Tem como seu forte a velocidade e dribles rápidos. Puxa o ataque do Atlético com muita qualidade e eficiência.
No Galo ele conquistou um Copa Conmebol e o Torneio Centenário de Belo Horizonte em 1997, o campeonato Mineiro e ajudou o Atlético a chegar na final do campeonato Brasileiro de 1999.

KAFUNGA foi senhor absoluto do gol atleticano durante 21 anos. "Bola para passar pelo Kafunga tinha de vir com muito veneno e sorte.", dizia o falecido Carlyle. Ele conquistou 11 títulos mineiros e era adorado por todos graças à segurança e à sua discrição no gol. Cafunga foi o golero que mais vestiu a camisa do Atlético.



Texto do site: www.ib.usp.br/~beraldo/Atletico/maioresidolos.htm (sem adaptações)

Mestre Telê


Mestre Telê, um dos maiores,senão, o maior Técnico da história do Futebol Brasileiro,para ser sincero lembro pouco dele atuando como técnico e mesmo assim treinando O São Paulo. Mais com certeza foi o Técnico mais importante até hoje na História do Atlético,nós dando o mais importante titulo,que foi o de 1º Campeão Brasileiro em 71, e achei uma reportagem biográfica de 2006, e resolvi posta-la para relembrarmos desse grande Técnico e idolo(Técnicos também podem ser idolos,e com certeza Telê é,não somente do Galo,como de vários outros times),suas conquistas e dificuldades para alcançar o sucesso. Primeiro Técnico Campeão Brasileiro com o Atlético Mineiro e bicampeão do mundo com o São Paulo e técnico de duas Copas do Mundo, o técnico nasceu na cidade de Itabirito, Minas Gerais em 26 de junho de 1931.

Considerado um dos maiores técnicos de toda a história do Brasil, Telê Santana acumulou muitos títulos como jogador e técnico. Curiosamente começou a carreira como goleiro, mas percebeu que a ponta era a sua melhor posição. Na carreira de jogador não chegou a vestir a camisa da seleção brasileira, mas teve passagens memoráveis no Fluminense, Guarani, Madureira e Vasco. Durante a sua carreira Telê teve a concorrência de craques como Julinho Botelho e Garrincha, se jogasse hoje certamente Telê teria sido titular da Seleção Brasileira.

O ponta Telê iniciou sua carreira no Itabirense Futebol Clube, sua carreira deslanchou mesmo quando foi transferido para o Fluminense. Telê é o terceiro jogador que mais vestiu a camisa do tricolor carioca. Como jogador do Fluminense marcou 165 gols em 556 jogos, o mais importante foi a conquista do campeonato carioca de 1951 e 1959, Rio - São Paulo de 1957 e Copa Rio - Mundial de Clubes (1952).

Por ser franzino e insistente Telê ganhou o apelido de "Fio de Esperança. Jogador habilidoso e leal, Telê se orgulhava de ter ganhado o troféu Belfort Duarte, prêmio concedido aos jogadores de futebol que para atletas que eram exemplos de disciplina.

Depois de encerrada a gloriosa carreira de jogador Telê incluiu o sobrenome Santana e virou técnico, justamente no Fluminense em 1967, dirigindo os juvenis do clube. Dois anos depois passou a ser o técnico dos profissionais. Telê foi o primeiro técnico campeão brasileiro com o Atlético Mineiro em 1971.

A conquista de vários campeonatos fez de Telê a escolha para o supertime do Brasil para a Copa da Espanha em 1982.

"Bota Ponta, Telê" cobrava o personagem de Jô Soares ao técnico da seleção. O personagem de Jô Soares não havia entendido que os esquemos táticos mudaram, mas Telê fez uma seleção competitiva e que jogava bonito. A seleção de 1982 é considerada uma das três melhores seleções brasileiras de todos os tempos, atrás das de 1958 e 1970.

Infelizmente havia um inspirado Paolo Rossi no caminho da espetacular seleção canarinho de Zico, Falcão, Júnior e Sócrates na tragédia do Sarriá, a inesperada derrota por 3 a 2 para a Itália no jogo decisivo da segunda fase da Copa da Espanha.

Em 1986, novamente técnico e novamente uma derrota com o time favorito, desta vez para a França de Platini nas quarta-de-final. Rigoroso com a disciplina, Telê era chamado de ranzinza e exigente. Em 1986 cortou da seleção Renato Gaúcho e Leandro meses antes da Copa do México. Depois de anos os desafetos fizeram as pazes.

Muito questionado e chamado de pé-frio, Telê teve reconhecimento com sete títulos conquistados dirigindo o São Paulo, entre eles o bicampeonato da Libertadores e o bicampeonato do Mundial Interclubes com o São Paulo em 1992 e 1993, derrotando as potências econômicas do Barcelona e Milan. Em 1996, Telê Santana sofreu uma isquemia cerebral durante exames de rotina que debilitou sua saúde e o afastou dos campos de futebol. A família suspeita que a isquemia ocorreu por erro médico. O São Paulo FC ainda esperou a recuperação do técnico, mas teve de promover o seu assistente e atual técnico Muricy Ramalho. Telê ainda tentou ser diretor-técnico do Palmeira alguns meses depois, mas seu estado de saúde não permitiu.

Telê morreu no mesmo dia que Tiradentes e Tancredo Neves. Tiradentes morreu em 21 de abril. Joaquim José da Silva Xavier foi condenado e executado no Rio de Janeiro por sua luta pela independência de Minas Gerais e do Brasil em 1792. Tancredo Neves morreu em 21 de abril por sua luta pela independência de Minas Gerais e do Brasil em 1792. Telê Santana também morreu em 21 de abril. Telê Santana, um herói do Brasil.

Nome Completo: Telê Santana da Silva

Nascimento: 26 de junho de 1931
Morte: 21 de abril de 2006

Times de Telê Santana como jogador:
Itabirense Futebol Clube
Fluminense
Guarani
Madureira
Vasco da Gama

Estréia de Telê Santana no futebol profissional: 1951 - Fluminense

Títulos como jogador:
• Campeonato Carioca (1952 e 1959)
• Torneio Rio - São Paulo (1957 e 1960)

Equipes que Telê Santana foi técnico:
• 1969-1970 - Fluminense
• 1970-1976 - Atlético Mineiro
• 1977-1979 - Grêmio
• 1980-1982 - Palmeiras
• 1982 - Seleção Brasileira (Copa de 1982 - Espanha)
• 1983-1985 - Al Ahly da Arábia Saudita
• 1986 - Seleção Brasileira (Copa de 1986 - México)
• 1988-1989 - Flamengo
• 1990-1996 - São Paulo

Títulos de Telê Santana como técnico:
• 1969 - Taça Guanabara e Campeonato Carioca (Fluminense)
• 1970 - Campeonato Mineiro (Atlético Mineiro)
• 1971 - Campeonato Brasileiro (Atlético Mineiro)
• 1977 - Campeonato Gaúcho (Grêmio)
• 1983 - Campeonato da Arábia Saudita e Copa do Golfo (Al Ahly)
• 1984 - Campeonato da Arábia Saudita (Al Ahly)
• 1985 - Copa do Golfo (Al Ahly)
• 1988 - Campeonato Mineiro (Atlético Mineiro)
• 1991 - Campeonato Brasileiro (São Paulo)
• 1991-1992 - Campeonato Paulista (São Paulo)
• 1992-1993 - Copa Libertadores de América e Campeonato Mundial Interclubes (São Paulo)
• 1993 - Supercopa Sul-americana (São Paulo)
• 1993-1994 - Recopa Sul-americana (São Paulo)
• 1994 - Copa Conmebol (São Paulo) Clique aqui e veja a reportagem original.(Adaptado para o Blog Apaixonados pelo Galo)

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